Reportagem Vodafone Mexefest: Dia 28

Pois é, estamos quase em Dezembro e daqui até ao Natal pouco tempo falta. Quando se fala em Natal e se pensa em festivais pensa-se no Vodafone Mexefest. Este ano o festival não fugiu a regra e o frio apareceu, os grandes concertos idem, o festival teve lotação esgotada e houve ainda bastantes novidades.

É de salientar que de ano para ano o festival encontra-se melhor, quer a a nível de organização, bem como na escolha dos locais para serem realizados os concertos. Uma coisa em que melhoraram, foi  em termos das deslocações , ou seja, a organização tornou as deslocações mais fáceis, porque os palcos estão mais perto uns dos outros,  disponibilizando além do habitual bus,  20 shuttles que leva-nos onde quisermos.

A Vodafone ainda disponibiliza, tal como aconteceu o ano passado , uma aplicação, onde temos disponíveis os horários e os respectivos locais dos concertos, como ainda existe um “lembret” minutos antes de começar o respectivo concerto.

Passemos, então, ao que de facto importa: a música. A noite de ontem foi brindada com grandes concertos. mas para o Viver Festivais existem dois nomes a reter: St Vincent e Kindness!

Mas comecemos pelo início da noite. A noite já ia longa quando entrámos em cena. Eram 22h30 e já estávamos à espera no Ateneu Comercial de Lisboa, por Pharoahe Monch. O rapper norte americano, mais conhecido por Troy Donald Jamerson, não desiludiu e fez uma viagem pelo mundo de hip hop, tocando beats de Notorious até Dj Premier. A festa foi bonita e Troy disse que gostava muito de Portugal e do vinho Português. O público amante de hip hop aderiu ao concerto e não ficou desiludido com a performance em palco de  Pharoahe Monch.

No entanto, tivemos que sair mais cedo do concerto de Pharoahe Monch, porque o Vodafone Mexefest é isto mesmo, fazer escolhas. Saímos para assistir a um dos cabeça de cartaz do festival os Kindness. Quando se fala em Kindness, fala-se em Adam Brainbridge, fala-se em festa e em boa disposição. A banda inglesa mostrou que consegue dar bons concertos e para quem viu ficou sempre a sensação de uma loucura controlada e que no final resulta em algo muito positivo.

De seguida seguimos para o Coliseu dos Recreios, para o concerto de St Vincent. Ninguém tinha grandes dúvidas acerca do valor da banda, nem que a mulher que se apresenta ao mundo enquanto St. Vincent é uma excelente perfomer, mas a sua faceta de contadora de histórias é novidade. O concerto foi bastante intimista e o público deixou-se levar pelo enredo da história. De salientar o magnifico trabalho de efeitos audiovisuais.

A noite acabou com os ritmos quentes do Dj Nigga Fox e do Dj Marfox no Coliseu dos Recreios.

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Texto. João Barata
Fotografia: João Barata/Teresa Cabana
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